UCEM - UCDM - ACIM

Lição 51.

In UCEM on 20/02/2012 at 12:10

Revisão das Lições 1 a 5

1. Nada do que eu vejo significa coisa alguma.
A razão de isso ser assim é que eu vejo o nada e o nada não tem significado. É necessário que eu reconheça isso para que possa aprender a ver. O que penso que vejo agora está tomando o lugar da Visão. Tenho que abandonar isso compreendendo que não tem significado, para que a visão possa tomar o seu lugar.

2. Eu tenho dado ao que vejo todo significado que tem para mim.
Eu tenho julgado tudo o que contemplo e é isso e apenas isso que eu vejo. Isso não é visão. É meramente uma ilusão de realidade porque os meus julgamentos têm sido feitos bem à parte da realidade. Estou disposto a reconhecer a falta de validade dos meus julgamentos porque quero ver. Os meus julgamentos têm me ferido e não quero mais ver de acordo com eles.

3. Eu não compreendo coisa alguma do que vejo.
Como poderia compreender o que vejo se o tenho julgado de forma equivocada? O que eu vejo é a projeção dos meus próprios erros de pensamento. Não compreendo o que vejo porque é incompreensível. Não há sentido em tentar compreendê-lo. Mas tenho todos os motivos para abandonar isso e dar espaço ao que pode ser visto e compreendido e amado. Eu posso trocar o que vejo agora por isso, apenas estando disposto a fazê-lo. Não é essa uma escolha melhor do que a que eu fiz anteriormente?

4. Esses pensamentos não significam coisa alguma.
Os pensamentos dos quais estou ciente não significam coisa alguma, porque estou tentando pensar sem Deus. O que chamo de ‘meus’ pensamentos não são os meus pensamentos reais. Os meus pensamentos reais são aqueles que penso com Deus. Não estou ciente deles porque tenho feito os meus pensamentos tomar o seu lugar. Estou disposto a reconhecer que os meus pensamentos não significam coisa alguma e a abandoná-los. Escolho que sejam substituídos por aquilo que tencionavam substituir. Meus pensamentos são sem significado, mas toda a criação está nos pensamentos que eu penso com Deus.

5. Eu nunca estou transtornado pela razão que imagino.
Eu nunca estou transtornado pela razão que imagino porque estou constantemente tentando justificar os meus pensamentos. Estou constantemente tentando fazer com que sejam verdadeiros. Faço com que todas as coisas sejam minhas inimigas para que a minha raiva seja justificada e os meus ataques autorizados. Ao lhes conferir esse papel, não reconheci o quanto tenho usado equivocadamente todas as coisas que vejo. Tenho feito isso para defender um sistema de pensamento que tem me ferido e que eu já não quero mais. Estou disposto a abandoná-lo.

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